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quinta-feira, 2 de junho de 2011

ENDEAVOUR RETORNA DE SUA VIGÉSIMA QUINTA E ÚLTIMA MISSÃO



O ônibus espacial Endeavour completou na madrugada desta quarta-feira sua 25.ª e última missão. Após 16 dias de trabalho na Estação Espacial Internacional (ISS, pela sigla em inglês), a nave aterrissou às 3h35 (horário de Brasília) no Centro Espacial Kennedy, sul da Flórida, trazendo à Terra seus seis tripulantes.

A última missão do Endeavour levou seis astronautas ao espaço para instalar um detector de partículas na Estação Espacial Internacional (ISS) e transportar partes extras para suprir o posto avançado da órbita para depois do fim do programa de ônibus especiais. O equipamento de US$ 2 bilhões será usado para experimentos físicos relacionados com o universo.

Quem comandou a missão foi o capitão da Marinha norte-americana Mark Kelly, que estava afastado para cuidar da esposa e deputada do Arizona Gabriele Giffords, que havia sido baleada em janeiro deste ano. Com ele, voaram o piloto Gregory Johnson, da Força Aérea norte-americana, os especialistas Mike Fincke, Andrew Feustel, Greg Chamitoff e o italiano Roberto Vittori, da agência espacial europeia ESA.


O programa americano de ônibus espaciais prepara agora o lançamento final da Atlantis para 8 de julho, antes de seu encerramento em definitivo, após três décadas de voos espaciais tripulados e exploração do espaço.

Com o fim do programa, apenas as cápsulas espaciais russas estarão disponíveis para o transporte ao laboratório orbital até que um novo veículo tripulado seja construído pelos Estados Unidos.

A Nasa estima que um novo ônibus espacial ficará pronto entre 2015 e 2021.

O Endeavour é a mais jovem nave da frota espacial dos Estados Unidos, da qual fazem parte ainda a Discovery - aposentada após voltar de sua última missão em março - e a Atlantis.

Duas naves espaciais americanas explodiram quando voltavam à Terra: a Challenger, em 1986, e a Columbia, em 2003. Quatorze pessoas morreram nos dois acidentes.

O Endeavour começou a ser construído após a explosão da Challenger. 

Seu primeiro voo espacial ocorreu em 1991.

Após suas missões finais, Endeavour, Atlantis e Discovery ficarão expostos em diferentes museus do país.

Fontes: NASA, Folha de São Paulo.


Cique no título e vá para o site da NASA!


domingo, 6 de fevereiro de 2011

KEPLER -11 (AN AMAZING EXOPLANET DISCOVERY)



A procura por planetas fora do sistema solar atinge neste momento um patamar sem precedentes na história da pesquisa espacial.

O significativo aumento na quantidade de novos "Astros Planetários" descobertos nos últimos anos tem uma razão muito especial, a Missão KEPLER.




 A sonda Kepler consiste em um observatório espacial projetado pela NASA que deverá procurar por planetas extrasolares. Para esta finalidade, a sonda deverá observar as 100 000 estrelas mais brilhantes do céu por um período de aproximadamente quatro anos, a fim de detectar alguma ocultação periódica de uma estrela por um de seus planetas.

Custará cerca de 600 milhões de dólares. O telescópio (Sonda) Kepler gira em torno do Sol, na mesma órbita da Terra. Permanece sempre protegido dos raios solares o que permite um exepcional  ganho em termos de poder de medição das diferenças espectrais.

Por estar fora da atmosfera terrestre suas observações e registros não serão comprometidos pelos efeitos prejudiciais concernentes. Poluição, Refração, Filtro etc.

No último dia 2 de fevereiro foi divulgada pela NASA uma espetacular descoberta feita pelo KEPLER, na realidade uma descoberta em dose sextupla.

É a primeira vez que ocorre uma descoberta com um tão grande número de exoplanetas pertencentes a um mesmo campo gravitacional de uma estrela.

Veja a reportagem nos sites da NASA ou no site do Astro-Pt (Portugal.)





VEJA SITE ESPECÍFICO http://kepler.nasa.gov/





Scientists using NASA's Kepler, a space telescope, recently discovered six planets made of a mix of rock and gases orbiting a single sun-like star, known as Kepler-11, which is located approximately 2,000 light years from Earth.

"The Kepler-11 planetary system is amazing," said Jack Lissauer, a planetary scientist and a Kepler science team member at NASA's Ames Research Center, Moffett Field, Calif. "It’s amazingly compact, it’s amazingly flat, there’s an amazingly large number of big planets orbiting close to their star - we didn’t know such systems could even exist."

In other words, Kepler-11 has the fullest, most compact planetary system yet discovered beyond our own.

"Few stars are known to have more than one transiting planet, and Kepler-11 is the first known star to have more than three," said Lissauer. "So we know that systems like this are not common. There’s certainly far fewer than one percent of stars that have systems like Kepler-11. But whether it’s one in a thousand, one in ten thousand or one in a million, that we don’t know, because we only have observed one of them."









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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

NÃO PERCA O ÚLTIMO ECLIPSE LUNAR TOTAL DE 2010, MESMO ESTANDO O CÉU TOTALMENTE ENCOBERTO.


ONDE ESTÁ O CÉU?

Sabemos que por vezes isso acontece não é mesmo.
E não é raro em virtude do período da estação.
Como? Com  você isto nunca aconteceu?
Fala a verdade!
Nem mesmo quando comprastes aquela ocular ou o tão sonhado telescópio?
Você teve muita sorte, mas estás fora da curva normal.( Risos )


Pois bem.....

O dia se mostrou maravilhoso "Um Sol de Rachar o Quengo" passeou imponente pela Eclíptica como que demonstrando seu poder de Astro Rei, os amigos, astrônomos ou não, já foram reunidos e estão muito animados para o eclipse desta noite, os equipamentos já foram testados e esperam reunidos o momento mágico que chegará mais tarde, Binóculos, Telescópios, Cameras Fotográficas  e Filmadoras Digitais  já estão posicionadas de forma perfeita, os computadores, com toda a programação para o evento, também aguardam, as planilhas, que foram detalhadamente elaboradas para servirem de base para cronometragem de pontos de contato, estão sobre a mesa de trabalho e ai...



....o tempo fecha de forma definitiva, impedindo qualquer possibilidade de se acompanhar o último eclipse do ano.

FALA SÉRIO GALERA !!

ISSO DEIXA QUALQUER UM DE NÓS 'FULO DE RAIVA' NÃO É MESMO?

Mas não podemos DESANIMAR NUNCA, vida que segue e a nossa saga de astrônomo "fulo" também.

Para nos ajudar neste momento podemos utilizar os recursos de TI existentes na Internet.

Vários locais no mundo estarão com suas cameras monitorando e transmitindo o ECLIPSE ONLINE.
Clique no título acima e siga as orientações existentes no site do AWB para o acompanhar do evento.

OBSERVE A LISTA DE BROADCASTERS DISPONÍVEIS !



A NASA também estará disponibilizando seu BroadCaster.

Live Video of the Lunar Eclipse

If you don't want to brave the December chill, or if your weather doesn't cooperate for lunar viewing, we have you covered! A live video feed of the lunar eclipse will be embedded on this page on Dec. 20. The camera is mounted at NASA's Marshall Space Flight Center in Huntsville, Ala.





DESEJO UM ÓTIMO ECLIPSE  PARA TODOS VOCÊS MEUS AMIGOS!

PREFERENCIALMENTE SEM ESTA TI EMBARCADA.
AO MENOS NÃO DE FORMA EXCLUDENTE.


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

NASA Probe Sees Solar Wind Decline



PASADENA, Calif. – The 33-year odyssey of NASA's Voyager 1 spacecraft has reached a distant point at the edge of our solar system where there is no outward motion of solar wind.

Artist concept of Voyager
Artist concept of the two Voyager spacecraft as they approach interstellar space. Image credit: NASA/JPL
+ Larger view

Now hurtling toward interstellar space some 17.4 billion kilometers (10.8 billion miles) from the sun, Voyager 1 has crossed into an area where the velocity of the hot ionized gas, or plasma, emanating directly outward from the sun has slowed to zero. Scientists suspect the solar wind has been turned sideways by the pressure from the interstellar wind in the region between stars.

The event is a major milestone in Voyager 1's passage through the heliosheath, the turbulent outer shell of the sun's sphere of influence, and the spacecraft's upcoming departure from our solar system.

"The solar wind has turned the corner," said Ed Stone, Voyager project scientist based at the California Institute of Technology in Pasadena, Calif. "Voyager 1 is getting close to interstellar space."

Our sun gives off a stream of charged particles that form a bubble known as the heliosphere around our solar system. The solar wind travels at supersonic speed until it crosses a shockwave called the termination shock. At this point, the solar wind dramatically slows down and heats up in the heliosheath.

Launched on Sept. 5, 1977, Voyager 1 crossed the termination shock in December 2004 into the heliosheath. Scientists have used data from Voyager 1's Low-Energy Charged Particle Instrument to deduce the solar wind's velocity. When the speed of the charged particles hitting the outward face of Voyager 1 matched the spacecraft's speed, researchers knew that the net outward speed of the solar wind was zero.

This occurred in June, when Voyager 1 was about 17 billion kilometers (10.6 billion miles) from the sun.

Because the velocities can fluctuate, scientists watched four more monthly readings before they were convinced the solar wind's outward speed actually had slowed to zero. Analysis of the data shows the velocity of the solar wind has steadily slowed at a rate of about 20 kilometers per second each year (45,000 mph each year) since August 2007, when the solar wind was speeding outward at about 60 kilometers per second (130,000 mph). The outward speed has remained at zero since June.

The results were presented today at the American Geophysical Union meeting in San Francisco.

"When I realized that we were getting solid zeroes, I was amazed," said Rob Decker, a Voyager Low-Energy Charged Particle Instrument co-investigator and senior staff scientist at the Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory in Laurel, Md. "Here was Voyager, a spacecraft that has been a workhorse for 33 years, showing us something completely new again."

Scientists believe Voyager 1 has not crossed the heliosheath into interstellar space. Crossing into interstellar space would mean a sudden drop in the density of hot particles and an increase in the density of cold particles. Scientists are putting the data into their models of the heliosphere's structure and should be able to better estimate when Voyager 1 will reach interstellar space. Researchers currently estimate Voyager 1 will cross that frontier in about four years.




"In science, there is nothing like a reality check to shake things up, and Voyager 1 provided that with hard facts," said Tom Krimigis, principal investigator on the Low-Energy Charged Particle Instrument, who is based at the Applied Physics Laboratory and the Academy of Athens, Greece. "Once again, we face the predicament of redoing our models."

A sister spacecraft, Voyager 2, was launched in Aug. 20, 1977 and has reached a position 14.2 billion kilometers (8.8 billion miles) from the sun. Both spacecraft have been traveling along different trajectories and at different speeds. Voyager 1 is traveling faster, at a speed of about 17 kilometers per second (38,000 mph), compared to Voyager 2's velocity of 15 kilometers per second (35,000 mph). In the next few years, scientists expect Voyager 2 to encounter the same kind of phenomenon as Voyager 1.

The Voyagers were built by NASA's Jet Propulsion Laboratory in Pasadena, Calif., which continues to operate both spacecraft.

For more information about the Voyager spacecraft, visit: http://www.nasa.gov/voyager .
JPL is a division of the California Institute of Technology in Pasadena

Português. (by ASTRONOMIA ON LINE)

A odisseia de 33 anos da sonda Voyager 1 da NASA alcançou um ponto distante da fronteira do nosso Sistema Solar, onde não existe movimento externo do vento solar.

Agora viajando na direcção do espaço interestelar a uns 17,4 mil milhões de quilómetros do Sol, a Voyager 1 alcançou uma área onde a velocidade do gás quente ionizado, ou plasma, que emana para fora do Sol, diminuiu para zero. Os cientistas suspeitam que o vento solar está agora "de lado" devido à pressão do vento interestelar na região entre as estrelas.

O evento é um grande marco na passagem da Voyager 1 pela concha turbulenta da esfera de influência do Sol e da sua futura despedida do nosso Sistema Solar.

"O vento solar 'virou a esquina'", afirma Ed Stone, cientista do projecto Voyager no Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena, EUA. "A Voyager 1 aproxima-se do espaço interestelar."

O nosso Sol liberta uma corrente de partículas carregadas que formam uma bolha conhecida como heliosfera em torno do Sistema Solar. O vento solar viaja a velocidades supersónicas até que atravessa uma onda de choque denominada choque de terminação. Neste ponto, o vento solar diminui dramaticamente de velocidade e aquece.

Ilustração de artista da sonda Voyager 1.
Crédito: NASA/JPL 

Lançada a 5 de Setembro de 1977, a Voyager 1 atravessou o choque de terminação em Dezembro de 2004. Os cientistas usaram os dados do LECPI (Low-Energy Charged Particle Instrument) para deduzir a velocidade do vento solar.

Quando a velocidade das partículas carregadas que atingem o lado da sonda contrário ao do Sol coincidiram com a sua velocidade, os pesquisadores souberam que a velocidade do vento solar era zero. Isto ocorreu em Junho, quando a Voyager 1 estava a 17 mil milhões de quilómetros do Sol.

Dado que as velocidades podem flutuar, os cientistas registaram mais quatro leituras mensais antes de se convencerem que a velocidade do vento solar tinha realmente diminuído para zero. A análise dos dados mostra que a velocidade de vento solar diminuiu firmemente a cerca de 72.420,48 km/h por ano desde Agosto de 2007, quando o vento solar viajava a cerca de 209.214,72 km/h. A velocidade permanece nula desde Junho.

"Quando me apercebi que estávamos a receber zeros sólidos, fiquei impressionado," afirma Rob Decker, co-investigador do LECPI da Voyager e cientista do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins em Laurel, Maryland, EUA. "Aqui estava a Voyager, uma sonda que trabalha arduamente há já 33 anos, mostrando-nos outra vez algo completamente novo."

Os cientistas acreditam que a Voyager 1 ainda não entrou no espaço interestelar. Isso significaria uma súbita descida na densidade de partículas quentes e um aumento na densidade de partículas frias. Os cientistas estão a colocar os dados nos seus modelos da estrutura da heliosfera e deverão ser capazes de melhor estimar o momento em que a Voyager 1 irá atravessar para o espaço interestelar. Actualmente estimam que chegará a essa fronteira daqui a quatro anos.

"Em Ciência, não há nada como uma verificação da realidade para agitar as coisas, e a Voyager 1 ofereceu-nos uma com factos concretos," afirma Tom Krimigis, investigador principal do LECPI, do Laboratório de Física Aplicada e da Academia de Atenas, Grécia. "Uma vez mais, enfrentamos o desafio de refazer os nossos modelos."

Uma sonda-gémea, a Voyager 2, foi lançada a 20 de Agosto de 1977 e está a 14 milhões de quilómetros do Sol. Ambas as sondas viajam a trajectórias diferentes e a velocidades diferentes. A Voyager 1 viaja mais depressa, a uma velocidade aproximada de 61.155 km/h, em comparação com os 56.327 km/h da Voyager 2. Nos próximos anos, os cientistas esperam que a Voyager 2 encontre o mesmo tipo de fenómeno que a Voyager 1.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

FÓSFORO X ARSÊNICO - SUBSTITUIÇÃO OCORRE NO DNA.



Estive acompanhando a entrevista da NASA ao vivo pela Internet.

LOOK THIS PRESS RELEASE.

http://www.nasa.gov/home/hqnews/2010/dec/HQ_10-320_Toxic_Life.html

AMAZING....ONLY ONE WORD....AMAZING!!!!

Eles descobriram uma molécula Aqui na Terra que substitui em sua cadeia de DNA o Fósforo (considerado até agora como essencial) pelo Arsenico. Uma substancia extremamente perigosa  para a vida como a conhecíamos.

Esta descoberta terá implicações em vários ramos da pesquisa relacionada a possibilidade de vida em outro planeta. Entre outras coisas,

O que deverá ser considerado MEIO AMBIENTE de agora em diante?

Promoverá alteração na busca de soluções BIO ENERGÉTICAS?


Haverá necessidade de olharmos com mais atenção a TABELA PERIÓDICA?


 RELEMBRANDO OS BONS TEMPO DE COLÉGIO E GINÁSIO...(Risos)


Os ácidos nucléicos – DNA (ácido desoxirribonucléico) e o RNA
(ácido ribonucléico) – são substâncias essenciais para os seres vivos,
pois mantêm a informação genética que controla a atividade celular e a
hereditariedade.

Eles aparecem em todos os seres vivos, exceto nos vírus que
apresentam DNA ou RNA, mas nunca os dois.

Os ácidos nucléicos são formados por um grande número de
unidades chamadas nucleotídeos. Cada nucleotídeo é formado por três
tipos de moléculas: açúcar, base nitrogenada e fosfato.


 Isso vai mudar, já está mudando !!!!   
E haja mudanças amigos.!!!!


 DESCOBERTA QUE VAI MOVIMENTAR A COMUNIDADE CIENTÍFICA.



Veja cobertura feita no dia da divulgação na página do "O ESTADO".

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,bacteria-que-come-arsenico-abre-nova-perspectiva-para-vida-fora-da-terra,648558,0.htm


GRANDE DESCOBERTA DIVULGADA NUM DIA MUITO ESPECIAL.

Dia 2 de Dezembro, o Dia do Astrônomo!   Parabéns a todos!

Obrigado por participarem junto comigo deste momento histórico da pesquisa científica.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Stripes are Back in Season on Jupiter



Novas imagens da NASA dão suporte a possibilidade de retorno das faixas desaparecidas em Júpiter já nesta próxima estação do ano.

Estas novas imagens irão ajudar os cientistas numa melhor compreenção da interação existente entre os fortíssimos ventos presentes no Planeta Júpiter e a composição química de suas nuvens.

http://www.nasa.gov/topics/solarsystem/features/jupiter20101124.html?sms_ss=blogger&at_xt=4cefc2f97055d5a6,0