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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

CORONA HOLES - THE SUN ACTIVITY - CLICK

O Observatório Solar Dinâmico (SDO), numa imagem capturada em luz ultravioleta extrema, em 10 de janeiro de 2011, observou um buraco negro coronal quase no centro do Sol.

Os buracos coronais são áreas da superfície do Sol que são fonte de linhas de campo magnético, origem dos rápidos ventos solares, que "sopram" a uma velocidade constante de 800 Km/s.

À medida que o Sol vai girando, as partículas de alta velocidade do vento solar, irrompendo deste buraco, provavelmente vão atingir a Terra em poucos dias e fazer surgir algumas auroras nas regiões polares do nosso planeta



AN AMAZING REPORT FILM




Coronal Holes are areas where the Sun's corona is darker, colder, and has lower-density plasma than average. These were found when X-ray telescopes in the Skylab mission were flown above the Earth's atmosphere to reveal the structure of the corona. Coronal holes are linked to unipolar concentrations of open magnetic field lines. During solar minimum, coronal holes are mainly found at the Sun's polar regions, but they can be located anywhere on the sun during solar maximum. The fast-moving component of the solar wind is known to travel along open magnetic field lines that pass through coronal holes.

The Solar Wind is a stream of charged particles ejected from the upper atmosphere of the Sun. It mostly consists of electrons and protons with energies usually between 10 and 100 keV. The stream of particles varies in temperature and speed over time. These particles can escape the Sun's gravity because of their high kinetic energy and the high temperature of the corona.

The solar wind creates the heliosphere, a vast bubble in the interstellar medium that surrounds the solar system. Other phenomena include geomagnetic storms that can knock out power grids on Earth, the aurorae (northern and southern lights), and the plasma tails of comets that always point away from the Sun.

The solar wind is divided into two components, respectively termed the slow solar wind and the fast solar wind.

The slow solar wind has a velocity of about 400 km/s, a temperature of 1.4–1.6×106 K and a composition that is a close match to the corona.

By contrast, the fast solar wind has a typical velocity of 750 km/s, a temperature of 8×105 K and it nearly matches the composition of the Sun's photosphere.

 The slow solar wind is twice as dense and more variable in intensity than the fast solar wind. The slow wind also has a more complex structure, with turbulent regions and large-scale structures.

The slow solar wind appears to originate from a region around the Sun's equatorial belt that is known as the "streamer belt". Coronal streamers extend outward from this region, carrying plasma from the interior along closed magnetic loops.

Observations of the Sun between 1996 and 2001 showed that emission of the slow solar wind occurred between latitudes of 30–35° around the equator during the solar minimum (the period of lowest solar activity), then expanded toward the poles as the minimum waned. By the time of the solar maximum, the poles were also emitting a slow solar wind.

The fast solar wind is thought to originate from coronal holes, which are funnel-like regions of open field lines in the Sun's magnetic field. Such open lines are particularly prevalent around the Sun's magnetic poles. The plasma source is small magnetic fields created by convection cells in the solar atmosphere. These fields confine the plasma and transport it into the narrow necks of the coronal funnels, which are located only 20,000 kilometers above the photosphere. The plasma is released into the funnel when these magnetic field lines reconnect.

By Wikipedia

sábado, 8 de janeiro de 2011

IS THE CORONAL SOLAR TEMPERATURE PUZZLE REALLY SOLVED ?


Uma das coisas que não devemos de forma alguma aceitar, muito menos em termos de CIÊNCIA, são os termos FINALMENTE e DEFINITIVAMENTE.
 
Já pensaram o que seria do desenvolvimento científico se nós tivessemos nos acomodado com as "Respostas Definitivas" que  foram encontradas apenas nestes últimos 400 anos, considerando-se  de Galileu Galilei para cá?

Sou mais conservador, e prefiro "1000 Vezes" a palavra ênfase constante da manchete do artigo original publicado da Science News Magazine. MAYBE  (Clique no título e veja o artigo)

Neste site abaixo também encontrei opniões diferentes quanto a "Resolução Final" do Quebra- cabeça.

By Astro Engine

While this research provides more clarity on coronal dynamics, McIntosh is keen to point out that Type II spicules probably don’t tell the whole coronal heating story.

NASA’s coronal physics heavyweight James Klimchuk agrees. “It is very nice work, but it is absolutely not the final story on the origin of hot coronal plasma,” he said.

“Based on some simple calculations I have done, spicules account for only a small fraction of the hot plasma.”


Veja todo o Artigo


Mas tenho que concordar, por ser um dos grandes mistérios desafiadores dos pesquisadores ao longo dos últimos 50 anos este Quebra-Cabeça pode ser considerado realmente instigante, mágico e empolgante.

Se continuarmos esta simples "pesquisa" na WEB poderemos observar várias outras descobertas alusivas ao PUZZLE CORONAL, na realidade não existe apenas aquelas referente a elevada temperatura encontrada acima da superfície.

Mas relacionado ao tema em tela destaco um deles o qual, para mim, pode ter uma relação direta com a descoberta "ATUAL".

CORONAL RAIN PUZZLE by  DISCOVERY NEWS...04 de Maio de 2010


(Clique no Link acima se desejar ver apenas o filme corrrelato)


Resumindo os fatos...
Devemos ter calma ao ler o artigo publicado.
Comemoremos esta nova etapa atingida?
Sim, mas não de forma tão exagerada!
Bernardi

Publicada em 07/01/2011  - O Globo 

OSLO - Um dos maiores mistérios do Sol "acaba" de ser solucionado: o fato de sua coroa ser milhões de graus mais quente que sua superfície. Cientistas descobriram a maior fonte de gás quente que reabastece a coroa lançando jatos de plasma acima da superfície solar.

A descoberta foi publicada na revista Science e chama atenção para uma questão fundamental na astrofísica: como a energia se move do interior do Sol para criar calor na atmosfera.

- Sempre foi um quebra-cabeças descobrir por que a atmosfera solar é mais quente que a superfície - diz Scott McIntosh, físico solar do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica (NCAR, na sigla em inglês) - Identificar que esses jatos inserem plasma na atmosfera solar aumenta nosso conhecimento sobre a sutil influência do Sol na atmosfera terrestre.

- Estas observações fornecem uma nova compreensão sobre a produção de energia do Sol e outras estrelas - diz Rich Behnke, da Divisão de Ciências Atmosféricas e Geoespaciais.

A pesquisa estava focada em jatos de plasma conhecidos como espículas, fontes de plasma propagados da superfície solar para a atmosfera. Por décadas os cientistas acreditaram que as espículas poderiam mandar calor para a coroa, até a década de 80, quando se descobriu as espículas não alcançavam as temperaturas da coroa.

_O aquecimento das espículas a milhões de graus nunca foi diretamente observado, então seu papel no aquecimento da coroa foi dispensado_ diz o pesquisador Bart De Pontieu.

Em 2007, De Pontieu, McIntosh, e seus colegas identificaram uma nova classe de espículas que se moviam muito mais rápido - frequentemente a 100 Km por segundo - e viviam menos que as tradicionais.

O rápido desaparecimento desses jatos sugeriram que o plasma carregado poderia ser muito quente, mas a observação desse processo estava faltando. Os pesquisadores usaram então a observação da sonda não tripulada Solar Dynamics Observatory (SDO), da Nasa.

- A alta resolução espacial e temporal dos novos instrumentos foi crucial para revelar, pela primeira vez, a conexão entre o plasma a milhões de graus e as espículas que inserem esse plasma na coroa - diz McIntosh.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

SOLAR ASTRONOMY HANDBOOK, by Beck, Hilbrecht, Reinsch and Völker




Por vezes nos esquecemos que bem pertinho de nós existe uma estrela maravilhosa, o nosso Sol.

Fazendo parte de nossas vidas de maneira primordial o nosso "Astro Rei" está a apenas 8,20 min Luz de distancia da Terra, o que é muito mais perto do que dista a estrela mais próxima do sistema solar, PROXIMA CENTAURO que está a "apenas" 4,3 anos luz.

Mesmo estando tão perto de nós ele não vinha sendo estudado por parte dos astronomos amadores como poderia o ser.

 "Talvez seja pelo fato dele aparecer só durante o dia professor" conforme me disse de forma cabal certa vez um de meus alunos durante uma palestra sobre o sistema solar.

Pode parecer uma anedota astronômica, mas no entanto há  um certo fundo de verdade em sua afrmação. Realmente ele está raiando imponente durante todo o dia, mas está práticamente solitário em sua aparição. Poucos são os objetos que podem dividir com ele a exuberância do firmamento diurno. Este fato afasta, por vezes, muitos observadores que gostariam de poder contemplar um maior número de objetos no mesmo período de tempo disponível para tal. O que vem a ocorrer durante as observações noturnas.

Felizmente esta situação começou a mudar para melhor com o avanço dos equipos, em especial os telescópios solares e os filtros específicos. Também contribuiu para tal o barateamento das Cameras Fotográficas Digitais (DSLR).

O uso destas ferramentas, agora mais a miúde, tem possibilitado significativo aumento na procura da "Observaçao" e  também no "Registro" de imagens do Sol..

Resumindo, a cada dia que passa mais Astrônomos Amadores se veêm encantandos com a beleza, e impressionados com a magnitude de sua  força vital.

Pensando nisso escolhi para apresentar aos visitantes do blog Ad Astra...um livro que considero ser de extrema valia para todos àqueles que queiram trilhar este "novo vellho" filão da astronomia.

Aproveitem a oportunidade apresentada para conhecerem um dos bons livros disponíveis no mercado.

SOLAR ASTRONOMY HANDBOOK, Editado pela WILLMANN-BELL,Inc.




Edited by Rainer Beck, Heinz Hilbrecht, Klaus Reinsch and Peter Völker,
6 by 9 inches, hardbound, 546 pages. Only $29.95 U$D

 

About This Book

The Solar Astronomy Handbook is not so much about the Sun, but about the opportunities for amateur astronomers to observe the Sun. Compared with other areas of astronomy solar observing has a number of advantages:
  • Observation can be carried out during the day. You do not have to stay up all night and arrive at work the next day exhausted!
  • There is an abundance of light. Unlike "Deep Sky" astronomy you actually have to discard much of the light reaching your telescope.
  • You can set up your observatory in your own backyard — even in the city -there is no need to escape light pollution at remote locations.
  • Observations can be made practically every clear day and some simple programs like sunspot counts can be done in just a few minutes.
  • You do not need a monster telescope, even a small telescope will show an amazing amount of detail.
  • The view is constantly changing, the Sun's appearance has never been, nor will it ever be exactly the same as today.
This book was conceived and written by a group of German amateur observers.

Each section was the responsibility of the amateur who had made that aspect of solar astronomy his specialty.
The emphasis was on the practical and covers the kind of solar astronomy within the reach of most amateurs. Soon after publication it was declared by many reviewers as the "standard work" and much correspondence reached the authors from abroad requesting an English translation.
In terms of content the basic information in the original German edition will be found here. Where necessary, updating has taken place and errors have been corrected. Numerous passages were revised taking into account the larger, inter-national circle of readers, many pictures have been added and references to German-language literature have been changed, where possible, to appropriate English-language works.
The book is divided into four major parts.

Part A describes instruments used in solar astronomy, offers help in making decisions with regard to buying, and provides instructions for those who might build their own instrument.

Part B deals with the many different amateur observation possibilities.

Part C gives encouragement and help in planning and carrying out expeditions to observe solar eclipses and gives details on observation.

Part D is an extensive bibliography especially tailored for the amateur solar astronomer.

Each chapter of the book is self-contained in terms of contents and the reader can turn to those subjects which interest him or her the most.

Numerous cross-references are embedded within the text to point the reader to related sections.

                                Table of Contents
(Clique no Título ou Logomarca para ver o Sumário / Índice)

Onde encontrar o livro em tela e qual o valor cobrado ?

O valor do exemplar está variando muito na internet, desde menos de 22 até  mais de 140 dólares.Tal variação talvez ocorra pelo fato de ser um livro de excelente qualidade mas editado apenas em 1995.


Além da própria editora, como observado acima, o livro pode sem comprado nas seguintes livrarias;


AMAZON.COM

http://www.amazon.com/Solar-Astronomy-Handbook-Heinz-Hilbrecht/dp/0943396476/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1294406842&sr=8-1  Por apenas 21,00 Dólares mais o frete para o Brasil.
The Best Choice

ALIBRIS

http://www.alibris.com/booksearch?qwork=6182583&matches=5&keyword=SOLAR+ASTRONOMY+HANDBOOK&cm_sp=works*listing*title
Por 48,00 Dólares mais frete para o Brasil.

sábado, 25 de dezembro de 2010

GIGANTESCA CME (Coronal Mass Ejection) É REGISTRADA

Filamentos Magnéticos estão sendo ejetados do Sol com uma freqüência bem incomum nestas duas últimas semanas e as imagens proporcionadas pelo evento estão sendo registradas por instrumentos existentes no Solar and Heliospheric Observatory.(SoHO).
(Clique no título e veja cobertura completa)

Esta atividade fora da curva normal de ocorrência tem proporcionado imagens de grande impacto. 
(Veja registro efetuado neste blog  no início do mês de Dezembro)

No dia 12 de Dezembro ocorreu uma " Tripla Emissão de Massa Coronal "registrada pelo satélite SoHO.





Um outro evento de proporção significativa ocorreu no último dia 16 de Dezembro por volta das 0800 UT quando um filamento desprendeu-se para fora da superfície estelar proporcionando então Ejeção de Massa Coronal.  

Instrumentos a bordo do SoHO também registraram o momento da expansão desta núvem gigantesca.
(Clique na imagem e veja na sequência fotográfica o tamanho da CME)




 A imagem acima é cortesia de spaceweather.com